quarta-feira, 10 de setembro de 2014

TSE aprova envio de tropas federais para garantir a segurança das eleições em 56 municípios do Pará

     O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de tropas federais para garantir a segurança das eleições em 56 municípios do Pará. O pedido foi feito pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado. Por decisão unânime, os ministros atenderam à solicitação para garantir a tranquilidade no dia da votação, 5 de outubro.

     A lista com os nomes de todos os municípios pode ser conferida no
site no TSE.

     No dia 06 de Setembro de 2014, o tribunal rejeitou o pedido de envio de tropas federais para o Rio de Janeiro. Por unanimidade, os ministros entenderam que o governo do estado precisa concordar com o envio dos soldados.

O maior município do Brasil é também o que mais desmata na Amazônia

     Análise espacial mostra degradação ambiental em Altamira, recordista de desmatamento na Amazônia. Entenda quem está condenando Altamira a liderar o ranking dos que mais desmatam em toda a história do bioma.

     Em novembro de 2013, informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) colocaram Altamira (PA) na cabeça da lista dos maiores desmatadores do país: quase 300 km² de floresta desmatados no ano. A esperança de melhoria em 2014 acabou de virar fumaça com os dados publicados recentemente dos sistemas de alerta do Imazon (SAD) e do Inpe (Deter). Para desespero dos gestores locais, o cenário é de aumento da devastação no município este ano.

     O corajoso viajante que decida ir da cidade de Altamira até a sede do distrito de Castelo dos Sonhos, no mesmo município, terá que enfrentar quase 1000 quilómetros de estradas em péssimo estado, atravessando boa parte do Pará pela Transamazônica e pela Cuiabá-Santarém (BR-163). Depois de dois dias de viagem e muita poeira (ou lama, dependendo da época), o nosso viajante terá avistado centenas de caminhões carregados de madeira, gado e soja e chegará ao seu destino final, uma pequena cidade fundada por imigrantes do sul há mais de 30 anos e atualmente sob a esfera econômica de sua poderosa vizinha, Novo Progresso, mas ligada administrativamente a Altamira. A ocupação intensiva, de fato, se deu, nos últimos dez anos.
 

Servidores reclamam do prefeito de Novo Progresso Osvaldo Romanholi (PR) por atraso nos salários‏

     Cerca de 300 servidores públicos de Novo Progresso reclamam que estão sem receber os salários referentes ao mês de Agosto, que deveria ser pago até o dia 05 de Setembro. O presidente do Sintepp de Novo Progresso fez alerta em uma página na internet e reclama que os atrasos são frequentes.

     “Gostaríamos de entender o que se passa na cabeça do gestor municipal e sua equipe, quando este privilegia, escolhe, aponta e ordena quem receberá seus vencimentos. Os colegas vigias, serventes, merendeiras, secretário escolar, e os demais que fazem parte da educação são alijados, por esse governo. Este Sindicato que é de todos os trabalhadores da educação, repudia veementemente essa prática escravista, já que todos trabalharam devem receber seus salários, já que não são justos que saem pelo menos no dia certo. E outra, as parcelas do 60 e 40 são no mesmo dia”. E qual o motivo do atraso?

     Segundo informações do próprio prefeito Osvaldo Romanholli (PR), no domingo dia 7 de Setembro, em discurso , alegou que o orçamento não é suficiente para cobrir todas as despesas. No entanto, alertou que a secretaria de educação vem fazendo um estudo para igualar os provimentos, segundo ele tem alguns que recebem mais que outros na mesma função, vai ser tudo enquadrando dentro do PCCR, pediu mais um pouco de paciência, disse.

     Imaginem os senhores: a maioria dos servidores que recebe apenas um salário mínimo mensal e não tiveram sequer condições de cumprir com seus compromissos, como fica seus familiares?. “Os servidores já ganham pouco e, com o salário atrasado, passam a acumular ainda mais seus dividendos, o comercio também padecem”.

     Além disso, a fome e a conta de luz e água não esperam.

     O Jornal Folha do Progresso entrou em contato com o Secretario de Finanças Gilberto de Lima, que respondeu ao questionamento: “Fizemos uma programação com o Banco do Brasil, aonde todos os funcionários independente de secretária irão receber o salário entre os dias 1 a 10 de cada mês”. Até hoje (10/09) todos os salários serão pagos, disse.

    O prefeito de Novo Progresso não foi encontrado para falar sobre o assunto.

    Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Contratação de Empresas

TOMADA DE PREÇOS N 5/2014

    Reedição

    Objeto: Contratação de Empresa para Construção de 01 (uma) Galeria de Escoamento de águas pluviais na rua das flores - com fornecimento de Material e Mão de obra, no Município de Novo Progresso, com fornecimento de material e mão de obra. Tomada de Preço Tipo Menor Preço Global, data: 18/09/2014. Hora 08h00h
 
Comentário:

     Para quem não sabe, a Rua das Flores é a que passa al lado do espaço reservado para o Palco de Eventos no Lago do Juscelino.
     Realmente é uma obra que se faz necessário a anos. Espero que os Srs. Vereadores acompanhem (não abocanhem) esta obra, e que o valor destinado para ele seja realmente 100% aplicado na mesma e que não precise de reparos em curto espaço de tempo.
     Sugiro a Câmara de Vereadores solicitarem cópia do projeto, e peça uma outra avaliação do projeto por outro engenheiro para verificar se não há problemas no projeto. Bom que não é viaduto, senão correríamos sérios riscos se passássemos por baixo.


Enxerga Brasil!

Lauren Cesar Lima

Usinas hidrelétricas em construção estão atrasadas

     O Tribunal de Contas da União (TCU) levou ao plenário do tribunal, nesta quarta-feira (3), o resultado de uma Auditoria Operacional sobre o Sistema Elétrico Brasileiro.
     O ministro-relator, José Jorge, disse que 79% das usinas hidrelétricas em construção no país não cumpriram com o cronograma inicial, apresentando algum tipo de atraso. No caso da energia eólica, o número chega a 88% e nas térmicas, 75%.
     A Auditoria Operacional sobre o Sistema Elétrico Brasileiro, elaborada pela Secretaria de Fiscalização de Desestatização e Regulação de Energia e Comunicações (SefidEnergia) do TCU, traz uma análise sobre o cumprimento e a sincronia entre cronogramas para que obras de geração e de transmissão de energia no país comecem a operar.
    O relatório, avaliou obras feitas desde 2005 e traz ainda os impactos causados pelos atrasos e descompasso dos projetos.
 
 
Comentário:
 
     Não bastam as ONG (Outras Nações Governamentais) governarem nosso pais ainda temos que colidir com “Grupos de Ienas” espalhados pelo nosso território.
     Estas noticias de obras inacabadas não é novidade. Vem desde os Governo Getúlio Vargas. Só aparecem em mídias inacabadas, quiçá aparecessem as que obras pagas e nem se quer iniciaram, mas o dinheiro desapareceu.
     Estas versões de notícias nunca desapareceram em virtude das nossas leis (os predadores de Ienas), também ser compostos pela mesma espécie.
     E existissem prisões, condenações e sequestro de todos os bens das empresas e empresários que pegassem obras e não terminasse. Não teríamos obras inacabadas e sumiços de dinheiro.
     Se não existissem Ienas na Administração de Novo Progresso, teríamos pontes, 100% de saneamento, 100% de asfalto, 100% de alunos em escola e um população 100% com saúde.
     Se as Ienas Administrativas não desviassem ou cobrassem comissão de até 60% das verbas. O Brasil seria um pais Desenvolvido


Enxerga Brasil!!


Lauren Cesar Lima

Cala-boca em Belo Monte

     A reportagem que abre a série “Cartas na Mesa”, em que cidadãos criticam os candidatos, é sobre a maior obra do governo Dilma; 40 mil pessoas, principalmente indígenas, sofreram o impacto da obra

    “O governo está trocando o pneu com o carro em movimento. O comitê gestor tem deficiências no modelo de gestão, na presença da sociedade civil e na transparência de seus atos. É importante ampliar para outras pessoas essa participação da sociedade civil.
     Há um passivo do Estado brasileiro em relação a comunidades tradicionais atingidas por empreendimentos que é preciso reconhecer. Já passou a hora de apresentar, junto com a sociedade, um modelo de gestão para esses territórios.”
     A avaliação acima não foi feita pelos atingidos pela hidrelétrica de Belo Monte. Vem do próprio governo federal, através da secretária adjunta de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Juliana Gomes Miranda. Ela acompanha desde 2011 o projeto, exatamente na relação do governo com a comunidade.
     A Pública solicitou entrevista com o ministro Gilberto Carvalho, responsável por esse contato. Após informar que a conversa seria com o secretário de Articulação Social, Paulo Maldos, e não com o ministro, a Secretaria-Geral delegou a tarefa para Juliana.
     A avaliação acima não foi feita pelos atingidos pela hidrelétrica de Belo Monte. Vem do próprio governo federal, através da secretária adjunta de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Juliana Gomes Miranda.
     Ela acompanha desde 2011 o projeto, exatamente na relação do governo com a comunidade. A Pública solicitou entrevista com o ministro Gilberto Carvalho, responsável por esse contato. Após informar que a conversa seria com o secretário de Articulação Social, Paulo Maldos, e não com o ministro, a Secretaria-Geral delegou a tarefa para Juliana.
 
 
 

Comentário:

 
     Nos últimos 20 anos quase não se ouviu falar em problemas com a indústria automobilística de nosso pais. Sabes porque? Porque todas as marcas atualmente instaladas no Brasil são de ONG (Outras Nações Governamentais). Pelo contrário, viu-se isenção de IPI, enorme linha de crédito e inúmeros outros incentivos a mais.
     Veja a linha de produção: Nós (Os brasileiros/escravos) somos os empregados (mão de obra barata deles); Eles (Os possuidores das tecnologias e detentora dos Lucros) são os patrões; O Governo Brasileiro (Políticos, lobistas e afins) são os atravessadores (que ganham comissões e cobram uma imensidão de impostos). Viram como é justo a partilha?.
     No caso da energia, eles não podem deixar que outras atividades se desenvolve em nosso pais para não encarecer a “mão de obra” deles. E para fazer isto travam tudo. Se faltar energia elétrica, é como faltar gaz de cozinha em casa, todos passam fome e todos teremos que aceitar as migalhas e restos distribuídos por eles.

Enxerga Brasil!
 
Lauren Cesar Lima

MPF/MT acompanha cumprimento de acordo pela regularização da cadeia produtiva da carne no estado

     A proposta do TAC faz parte de um amplo estudo desenvolvido pelo MPF para identificar na cadeia produtiva da carne onde são praticadas as atividades em desacordo com a legislação ambiental e com os critérios de sustentabilidade.
     Nesta semana, o Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT) realiza uma nova rodada de conversa com representantes de frigoríficos para acompanhar o cumprimento do acordo pela regularização da cadeia produtiva da carne no estado.
     O acordo assinado com o MPF prevê o fechamento do cerco contra a criação de animais para o abate em áreas desmatadas, com registro de trabalho escravo ou em sobreposição à terras indígenas e quilombolas entre outras situações irregulares.
     A conversa com os representantes dos frigoríficos é conduzida pelos procuradores da República Ronaldo Queiroz, Rafael da Silva Rocha e Rodrigo Timóteo da Costa e Silva, integrantes do Grupo de Trabalho que coordena a atuação do MPF nos estados da Amazônia Legal. “O momento é de diálogo, de verificar se os frigoríficos estão em dia com os deveres assumidos com o Ministério Público Federal, saber das principais dificuldades e dar as orientações necessárias”, explica o procurador Rafael da Silva Rocha.
 
 

Comentário:

     Sem comentário, para tecer meu comentário sobre esta matéria teria que descrever várias páginas.
     A questão aqui não se trata de Terra Indígenas, Trabalho Escravo e Desmatamento. A questão aqui é uma briga interna de produção econômica sobre a Carne e tentativa de preservar o preço da mesma ao enorme custo que temos hoje. Assim trabalham menos e ganham muito mais!
Em outra oportunidade exponho o que realmente está por detrás disto.


Lauren Cesar Lima

Índios realizam operação para conter desmatamento em área do Maranhão

     Nesta quinta-feira (4) pela agência Reuters mostram índios da etnia Ka’apor em operação realizada por eles contra madeireiros que agiam no interior da Terra Indígena Alto Turiaçu, nas proximidades de Centro do Guilherme, cidade com pouco mais de 12 mil habitantes localizada no Maranhão.
     O fotógrafo Lunaé Parracho acompanhou um grupo de indígenas na operação, realizada em 7 de agosto. Segundo a Reuters, os índios agiram de maneira independente como forma de protesto à falta de assistência do governo para expulsar os madeireiros ilegais de suas terras.
     As imagens mostram os indígenas correndo atrás dos madeireiros, que foram rendidos e tiveram as mãos amarradas. Alguns tiveram parte das roupas retiradas.
     A TI Alto Turiaçu tem 5.305 km² de área e compreende seis cidades do Maranhão. A ação acabou com um caminhão queimado e a abordagem de não indígenas envolvidos no desflorestamento. Os guerreiros Ka’apor contaram com a ajuda de outras quatro tribos da região. Os acampamentos encontrados foram destruídos.
     A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou ao G1 que os indígenas, chamados de “guardiões da floresta”, tem realizado naquela região ações de apreensão de madeireiros ilegais. Em nota, a Funai disse ainda que “tem conhecimento destas ações e já solicitou apoio policial para evitar que ocorram excessos ou conflitos”.

 


Leiam mais> http://amazonia.org.br/2014/09/%c3%adndios-realizam-opera%c3%a7%c3%a3o-para-conter-desmatamento-em-%c3%a1rea-do-maranh%c3%a3o/ 
Comentário:
 
Realmente precisamos dar atenção e cuidar bem dos nossos coirmãos indígenas. O que não podemos aceitar é que “forças” (ONG) (Outras Nacionalidades Governamentais), venham usar estas pessoas como massa de manobra para prejudicar e engessar nossos desenvolvimento, principalmente na área de Produção de Energia, Agricultura, Pecuária e de Extração de recursos naturais.
 
Enxerga Brasil !!

Lauren Cesar  

Ação Cidade Limpa em Castelo dos Sonhos PA

Alunos da Escola Léo Heck com apoio da Sub Prefeitura Promove campanha de conscientização sobre o lixo da cidade e o escoamento de águas nas ruas.

 
       Comentário:
 
        Parabéns pela iniciativa dos diretores da Escola João Hecker. É um exemplo a ser seguido pelos dirigentes de escolar e pela Secretaria de Educação do nosso município.
     Existe dois tipos de conscientização: (que na realidade eu chamo de mal educação e de “porquices”). As pessoas que jogam lixos na ruas, jogam entulhos de construção, jogam limpezas de quintais, deixam águas de esgotos, torneiras e tanques correrem pelas ruas, são pessoas cocientes socialmente e egoístas.
     Novo Progresso é uma verdadeira vergonha, quando andamos nas ruas e vejamos lixos, entulhos, carros velhos, limpezas de quintais, materiais para construção e tantas coisas a mais espalhadas por todos os cantos.
     A responsabilidade de recolher o lixo é da prefeitura, mas a responsabilidade de entulhos, restos de materiais é do proprietário dos imóveis.
     A sociedade não pode arcar com custos de construção e manutenção de proprietários de imóveis. Cabe a prefeitura notificar, caso na façam as devidas limpezas, autuar, limpar e cobrar as multas e despesas destas limpezas no imposto do terreno que fizeram estas imundices.
     Já existem leis em vigor a décadas em nosso município. Código de Postura, de Obras e Construção, etc. Mas ninguém cobra e obedece. Isto dá improbidade também Sr. Administradores. Não dá só Improbidade quando não executam os IPTUs não!!!
 
Abraços.
 
Lauren Cesar Lima

 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Grande Final em Novo Progresso do 1 SPEEDWAY no Retorno

Final com entrega de premiação dia 07 Setembro de 2014

Força Livre

1 Lugar R$ 600,00
(Gold compra de ouro)
2 Lugar R$ 400,00
(Progrediesel)
3 Lugar R$ 300,00
(Agroboi)

Categoria 100cc

1 Lugar R$ 300,00
(Moto Show)
2 Lugar R$ 200,00
(Audio Car)
3 Lugar R$ 100,00
(Salão Rosmari)

Categoria 150 baixa

1 Lugar R$ 500,00
(Mundial Motos)
2 Lugar R$ 300,00
(Panificadora Rosa de Saron)
3 Lugar R$ 200,00
(Opção Motos)

Categoria 150 Livre

1 Lugar R$ 500,00
(Posto Rota 163)
2 Lugar R$ 300,00
(Araras Distribuidoras)
3 Lugar R$ 200,00
(Audio Car)

Intermediaria

1 Lugar R$ 600,00
(Slonik)
2 Lugar R$ 400,00
(Ideal Motos)
3 Lugar R$ 300,00
(Cotonet)

 
 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) concedeu mais de 3 milhões de hectares para a Amazônia

     Em cerimônia no último dia 27, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Programa Terra Legal Amazônia, concedeu ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), mais de 3 milhões de hectares de terras públicas federais para criação de novas Ucs federais de uso sustentável e proteção integral na Amazônia.
      A assinatura, realizada em Brasília, foi feita pela ministra do MMA, Izabella Teixeira, e pelo ministro do MDA, Miguel Rossetto. Além disso, cerca de 240 mil hectares foram destinados para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pequenos produtores e municípios da Amazônia.
    No evento, a ministra explicou que a decisão é uma conquista socioambiental, que só foi possível graças à parceria com o MDA, o Incra, a Fundação Nacional do Índio (Funai), além do trabalho envolvendo centenas de servidores públicos federais, estaduais e municipais, incluindo-se o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
 

        Porquê tantas áreas de reservas? Porque somente os Amazônicos tem que pagar pelas irresponsabilidades de outras regiões e do mundo? Porquê nossos governantes não conseguem, ou melhor, não querem enxergar o que há realmente por detrás destas grande “boa intenção” em proteger a humanidade?

Posso não estar correto, mas vou expor aqui minha pequena visão:

        O início desta grande intenção de preservação iniciou-se em 2000 a 2002. Quando que, do nada apareceu grandes grupos “humanitários e ecologistas”, através de ONGs e da imprensa, para combater o desmatamento da Amazônia. Não ocorreu na década de 80 ou 90 por que? Porque os mercados internacionais não pensavam que o Brasil, até então um pais subdesenvolvido, teria condições de concorrer seriamente e com qualidade nos mercados internacionais (exportação). Ledo engano.

O Brasil passou a incomodar e dar grandes prejuízos aos ganhos das potencias internacionais, principalmente os EUA.

      Eles amargaram enorme prejuízo e se desesperaram ainda mais por não conseguiram segurar ou impedir a pavimentação da BR163, em virtude da grande pressão sob o governo brasileiro impetrada pelo Agronegócio da região Norte e Centro Oeste do Brasil. Restou então, em uma tentativa desesperada, como já disse, através das ONGs, imprensa e pelas forças financeiras, impedirem a qualquer custo o desenvolvimento da região Amazônica.

      Com a BR163, os custos com exportação cairá entre 38 a 42% com transportes, isto engessará totalmente a concorrência, fazendo aumentar ainda mais a decadência destes países na área agropecuária internacional. Falindo de vez estas nações com relação ao mercado. Imaginem se aumenta ainda mais a área agricultável.

      Todas as leis, pressões de fiscalização do IBAMA, pressões da imprensa, falta de interesse do governo em legalizar a produção e terras na Amazônia nada mais é que PURA PROTEÇÃO DE MERCADO INTERNACIONAL.
Esta foi a única forma que encontraram para atrasar esta falência prevista.

      Eles, como seres ditos “inteligentes”, “maquiavélicos”, frios”, e “calculista” estão usando esta massa de manobra para conseguirem assegurar seus interesses.

      Tenho certeza absoluta que não estão nem um pingo preocupados em proteger ou preservar animais, vegetação, água, ar, humanidade ou índios.
Eles estão protegendo somente a SI MESMOS.
 
Comentário: Lauren Cesar Lima

Atenção amigos da comunidade Bandeirantes.

PORTARIA Nº 424 DE 29 DE AGOSTO DE 2014

      O 
Secretário de Estado de Obras Públicas, usando de suas atribuições legais e considerando os termos do Processo nº 2014/392778-SEOP de 28/08/2014.
RESOLVE: Designar os servidores, lotados na Gerência de Fiscalização, como fiscais das obras, conforme abaixo relacionados:
 
NOME 
CARGO 
OBRAS 
MUNICIPIO 
ANTONIO SÉRGIO MONTEIRO DE OLIVEIRA 
GERENTE DO N.R. de Santarém 
-Implantação de Microssistema de Abastecimento de Água, na Comunidade Bandeirante. 
Novo Progresso/PA 
  
  
-Recuperação e PavimentaçãoAsfáltica de Vias Urbanas com CBUQ. 
Brasil Novo/PA 
JOSÉ BERNARDO 
SECRETÁRIO 
-Recuperação e PavimentaçãoAsfáltica de Vias Urbanas CBUQ. 
Vitória do Xingú/PA 
MACEDO PINHO 
ADJUNTO 
-Recuperação e PavimentaçãoAsfáltica de Vias Urbanas com TST. 
Altamira/PA 
  
  
-Recuperação e PavimentaçãoAsfáltica de Vias Urbanas com CBUQ. 
Nova Ipixuna/PA 
JOSÉ NILSONSANTOS DECASTRO JÚNIOR 
Gerente DoN.R.de Marabá 
-Reforma do Prédio da Maçonaria. 
São Domingos doAraguaia/PA 
 
Registre-se, publique-se e cumpra-se
PEDRO ABILIO TORRES DO CARMO
Secretário de Estado de Obras Públicas

    Se foi designado servidores para fiscalizar as obras de Implantação de Microssistema de Abastecimento de Água, na Comunidade Bandeirantes, então as obras já devem estar em andamento.
     Sugiro aos líderes das Comunidades que se integrem do processo, dos valores, das obras que deveriam ou estão sendo desenvolvidas na Comunidade para que as mesmas não fiquem, como muitas outras, somente no papel e o dinheiro desaparecido.
Se precisarem de ajuda, podem contar comigo.


Comentário: Lauren Cesar Lima
Atenciosamente.
 

Mais uma manobra para DEFENDER INTERESSES INTERNACIONAIS.‏

Combate à degradação florestal é tema de debate internacional

     Especialistas de vários centros de pesquisa do mundo se reúnem esta semana em Brasília para o Workshop de Monitoramento das Dinâmicas Florestais – Estoques de Carbono, Fluxos de Gases de Efeito Estufa e Biodiversidade, organizado pelo Departamento de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB).
     O objetivo do encontro é avaliar a inclusão das dinâmicas florestais (degradação e regeneração) nos modelos de contabilidade das florestas e outros usos da terra. Com isso, os pesquisadores querem apoiar a criação e a implementação de políticas públicas para a conservação e gestão sustentável das florestas.
     O workshop começou hoje (2) e segue até o dia 4, na sede da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos, no campus da UnB. Na quinta-feira (4), a partir das 14h30, haverá uma mesa aberta ao público com a apresentação de algumas discussões do evento.
     Segundo a pesquisadora da UnB Mercedes Bustamante, o Brasil tem avançado no monitoramento e controle do desmatamento, mas precisa também focar nas questões de degradação e regeneração. “Que se comece a olhar as transformações na floresta, que vai perdendo as funções ecológicas com o impacto das queimadas e da extração de madeira. Olhar os aspectos de degradação, que é um acompanhamento muito mais difícil de ser feito”, explicou Bustamante.
     Embora já existam dados parciais sobre degradação, ainda não é possível dimensionar o impacto dessa dinâmica florestal sobre os biomas, as emissões de gases de efeito estufa e a perda de biodiversidade no território brasileiro.
     O desmatamento é o corte raso e evidente da floresta. Já a degradação ocorre por baixo da copa das árvores e consiste na perda de vegetação por queimadas e exploração de madeira, que é um processo mais lento, que pode ser revertido, com a regeneração da floresta, ou evoluir para um desmatamento.
     O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais apresentou em agosto o mapeamento das áreas de degradação florestal na Amazônia Legal para os anos de 2011, 2012 e 2013. Esse levantamento é feito pelo Projeto de Mapeamento da Degradação Florestal na Amazônia Brasileira ( Degrad), desde 2007, para identificar áreas que estão expostas à degradação florestal progressiva.
As imagens de satélite, com áreas mínimas de 6,25 hectares, são as mesmas utilizadas no Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônia por Satélite ( Prodes) que identifica anualmente o desmatamento na região.
     Nos anos de 2011, 2012 e 2013, foram apontadas áreas de 24.650 quilômetros quadrados (km²), 8.634 km² e 5.434 km², respectivamente, que apresentam algum estágio de degradação na Amazônia Legal. As análises dos projetos permitem identificar o quanto da degradação florestal de determinado ano é convertida para corte raso nos anos seguintes.
     Os projetos Degrad, o Prodes e de Sistema de detecção de mapeamento em tempo real ( Deter) formam um conjunto de sistemas para monitoramento e acompanhamento do estado da floresta. O Deter utiliza imagens que possibilitam detectar desmatamento com área maior que 25 hectares e servem apenas para orientar a fiscalização em terra.
     Nos meses de junho e julho, 1.264 km² de áreas de alerta de desmatamento e degradação na Amazônia foram identificados pelo Deter.

Leiam mais > http://amazonia.org.br/2014/09/degrada%c3%a7%c3%a3o-avan%c3%a7a-sobre-%c3%a1reas-protegidas/

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Novo Progresso Agora tem TV CIDADE Canal 14

Assista toda a programação do SBT, jornalismo, novelas, entretenimento....
de Segunda a Sexta ás 12:30h SBT PARÁ
Em Breve O Noticiário Local
Cidade Noticías
Especial Semana da Pátria 2014
Transmissão dos melhores momentos do Desfile 7 Setembro
A partir do dia 13/09 ás 09:00h e dia 14/09 ás 09:00h

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Traficante preso em Novo Progresso pela PM usava carvoaria de fachada

     Na noite de sexta-feira(29/08) após denuncia, a Policia Militar de Novo Progresso prendeu mais um traficante no município.
     O Sr. Antonio Gomes da Silva, 56 anos, usava uma carvoaria de fachada para fazer a venda de drogas no bairro, localizado no Setor Industrial II, atrás da antiga sub-estação da rede Celpa, na rua Sucupira.
 
 
Leiam mais > traficante-preso-pela-pm-usava-carvoaria-de-fachada