Em cerimônia no último dia 27, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Programa Terra Legal Amazônia, concedeu ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), mais de 3 milhões de hectares de terras públicas federais para criação de novas Ucs federais de uso sustentável e proteção integral na Amazônia.
A assinatura, realizada em Brasília, foi feita pela ministra do MMA, Izabella Teixeira, e pelo ministro do MDA, Miguel Rossetto. Além disso, cerca de 240 mil hectares foram destinados para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pequenos produtores e municípios da Amazônia.
No evento, a ministra explicou que a decisão é uma conquista socioambiental, que só foi possível graças à parceria com o MDA, o Incra, a Fundação Nacional do Índio (Funai), além do trabalho envolvendo centenas de servidores públicos federais, estaduais e municipais, incluindo-se o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
No evento, a ministra explicou que a decisão é uma conquista socioambiental, que só foi possível graças à parceria com o MDA, o Incra, a Fundação Nacional do Índio (Funai), além do trabalho envolvendo centenas de servidores públicos federais, estaduais e municipais, incluindo-se o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Porquê tantas áreas de reservas? Porque somente os Amazônicos tem que pagar pelas irresponsabilidades de outras regiões e do mundo? Porquê nossos governantes não conseguem, ou melhor, não querem enxergar o que há realmente por detrás destas grande “boa intenção” em proteger a humanidade?
Posso não estar correto, mas vou expor aqui minha pequena visão:
O início desta grande intenção de preservação iniciou-se em 2000 a 2002. Quando que, do nada apareceu grandes grupos “humanitários e ecologistas”, através de ONGs e da imprensa, para combater o desmatamento da Amazônia. Não ocorreu na década de 80 ou 90 por que? Porque os mercados internacionais não pensavam que o Brasil, até então um pais subdesenvolvido, teria condições de concorrer seriamente e com qualidade nos mercados internacionais (exportação). Ledo engano.
O Brasil passou a incomodar e dar grandes prejuízos aos ganhos das potencias internacionais, principalmente os EUA.
Eles amargaram enorme prejuízo e se desesperaram ainda mais por não conseguiram segurar ou impedir a pavimentação da BR163, em virtude da grande pressão sob o governo brasileiro impetrada pelo Agronegócio da região Norte e Centro Oeste do Brasil. Restou então, em uma tentativa desesperada, como já disse, através das ONGs, imprensa e pelas forças financeiras, impedirem a qualquer custo o desenvolvimento da região Amazônica.
Com a BR163, os custos com exportação cairá entre 38 a 42% com transportes, isto engessará totalmente a concorrência, fazendo aumentar ainda mais a decadência destes países na área agropecuária internacional. Falindo de vez estas nações com relação ao mercado. Imaginem se aumenta ainda mais a área agricultável.
Todas as leis, pressões de fiscalização do IBAMA, pressões da imprensa, falta de interesse do governo em legalizar a produção e terras na Amazônia nada mais é que PURA PROTEÇÃO DE MERCADO INTERNACIONAL.
Esta foi a única forma que encontraram para atrasar esta falência prevista.
Eles, como seres ditos “inteligentes”, “maquiavélicos”, frios”, e “calculista” estão usando esta massa de manobra para conseguirem assegurar seus interesses.
Tenho certeza absoluta que não estão nem um pingo preocupados em proteger ou preservar animais, vegetação, água, ar, humanidade ou índios.
Eles estão protegendo somente a SI MESMOS.
Comentário: Lauren Cesar Lima
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